HAPTIC APHORISMS

Very happy to be participating as an author in Dominik Lejman‘s new book, Healing Loop. In good company: Mark Gisbourne,  Hubertus v. Amelunxen and Dominik himself interviewed by Ulrich Loock. These were probably the most difficult and challenging pages I ever wrote, for I had to be true to the vision and work of an extraordinary artist. As a matter of fact, the text has been a timely opportunity to reflect on a few personal insights arising from the collaboration between curator and artist.

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The book was published on the occasion of “Healing Loop”, the first retrospective exhibition of Dominik Lejman in Gdansk. The show presented some of the most important works of the artist from the last decade and a new video fresco – “Inclined Plane” – specially prepared for the exhibition in the LAZNIA Centre for Contemporary Art.

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In a very impressive way, the presented works were combined not only in terms of content, but also in terms of formal surgery– a way of operating which is characteristic of Lejman’s concept of “switching on of the lights in the cinema”. In a somehow tautological move, the specific logic of works at the exhibition can be furthermore defined as of a “healing loop” because repetition restrains the magnetism of the image in order to underline the presence of the viewer in the exhibition space. Very special thanks: Jadwiga Charzynska and Dominik Lejman. And to Nuno Carvalho, for the help in the revision.

PS.: It’s a book you may definitely judge by the cover.

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Muito feliz por participar como autor no novo livro de Dominik Lejman, Healing Loop. Em boa companhia: Mark Gisbourne,  Hubertus v. Amelunxen e o próprio Dominik Lejman entrevistado por Ulrich Loock. Estas foram provavelmente das páginas mais difíceis e desafiadoras que alguma vez escrevi, pois havia que ser fiel à visão e labor de um artista extraordinário. A verdade é que o texto foi uma oportunidade para reflectir sobre algumas ideias pessoais que nasceram da colaboração entre curador e artista.

O livro foi publicado no âmbito da exposição “Healing Loop”, a primeira retrospectiva de Dominik Lejman em Gdansk. A exposição apresentou algumas das mais importantes obras deste artista realizadas na última década e um novo fresco vídeo– “Inclined Plane” – especialmente concebido para a exposição no Centro de Arte Contemporânea LAZNIA.

Num registo impressivo, as obras apresentadas formam um conjunto não tanto dos seus conteúdos, mas em termos de cirurgia formal – um modo de operar característico da actividade que Lejman define como a de “ligar as luzes no cinema”. Num movimento de algum modo tautológico, a lógica específica destes trabalhos expostos pode ser definida como de “healing loop” (loop curativo) na medida em que a repetição contém o magnetismo das imagens para nelas sublinhar a presença do espectador no espaço expositivo. Obrigados muito especiais: Jadwiga Charzynska e Dominik Lejman. E a Nuno Carvalho, pelo apoio à revisão.

PS.: Trata-se de um livro que podemos sem dúvida julgar pela capa.

 

VICENTE. PRESS FIT!

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A moment may be many. The opening of the exhibition VICENTE. THE MYTH IN LISBON lead to a few beautiful echoes in the Press. In Portuguese, but definitely worth a visit, at least for the spirit of the texts (ant their relation to the images). Thank you PÚBLICO and GERADOR. Photo by Carolina Franco.

Um momento podem ser vários. A inauguração, dia 1 de Fevereiro, da exposição VICENTE. O MITO EM LISBOA deu origem a um par de bons ecos na imprensa. Em bom Português. Obrigado Jornal PÚBLICO e Revista GERADOR. Fotografia de Carolina Franco.

Electric Trio

From left to right: curator, artist and mentor – for more than a decade now – of the cultural activities at the Library of the FCT-UNL Campus in Caparica. We knew Beatriz Brum would bring to this exhibition more than an ’emerging artist’ spirit; but we (José Moura and me) were maybe not expecting such a linear – and luminous – demonstration of maturity. The photo is by Sara Pinheiro and captures the relation of co-presence that these works – both the vertical and the horizontal ones – establish with the spectator. The viewer is surprised by the apparent simplicity of the processes, only to be captured by the complexity behind them.

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Da esquerda para a direita: curador, artista e mentor – já para mais de uma década – da programação cultural na Biblioteca da FCT-UNL no Campus de Caparica. Sabíamos que a Beatriz Brum traria a esta exposição mais do que o espírito ’emergente’, mas não sei se estávamos à espera, o José Moura e eu, de uma tão linear – e luminosa – demonstração de maturidade. A fotografia é da Sara Pinheiro, e capta bem a relação de co-presença que estas obras – tanto as horizontais como as verticais, estabelecem com o espectador. Que é surpreendido pela aparente singeleza dos processos, apenas para ser capturado pela complexidade que por detrás deles está.

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Albuquerque

Look at us! Words aren’t needed. Somewhere in Lisbon, a few years ago. This man is a living myth. His name is Mendes, Albuquerque Mendes. His art is restless and free. Nossa!

WITH-ALBUQUERQUE-1Ó para nós. Palavras para quê? Algures em Lisboa, num destes anos. Este homem é um mito vivo. De seu nome Mendes, Albuquerque Mendes. A sua arte é inquieta e livre. Nossa!