Old (and new) friends.

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The opening of VICENTE’17 and the launching of the book ‘On the Silence of the Crows, Animal Vicente’ (a beautiful design by Paulo Condez/NADA) was the opportunity for several very rare moments. The photos don’t lie, it was redemptive fun!

There’s me in the company of the the loveliest of characters: not far from architects Madalena Folgado (whom I met for the first time in the opening) and Carlos Lampreia, with whom I share for a long time a conversation on the relation between (land) art and architecture; between Friar Rui Grácio, a new holistic friend, and José Manuel Anes – an old friend and someone I admire for many reasons, among which the blend of cross-disciplinary knowledge, never-ending curiosity and timely sense of humor; between JOH – Jorge Humberto – whom I have shared the floor in my first proper exhibition (don’t ask us the date!) and later curated more than once  – and Jorge das Neves Branco – closest colleague at Fine Arts School and a very very special sculptor (my first ever curatorial ‘victim’); between JER [José Eduardo Rocha] – composer and my hero since the Eighties (also from the times of Fine Arts School) – and my dearest artist friend Dominik Lejman, whom I met in the framework of Skyway, back in 2009; between Levina Valentim and Agata Wiorko – the former a most joyfully literate and bright of minds, the latter the most intuitive nomad babe; not far from Pedro Teixeira da Mota and José Luís de Matos [talking to Catarina Pombo Nabais and Fábia Fernandes], truly living repositories of Ancient knowledge and love.

Glorious resonances. An informal web of affects and ideas. The photos are by Bruno Barata, courtesy PTE.

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A inauguração do VICENTE’17 e o lançamento de ‘Do Silêncio dos Corvos, Animal Vicente’ (um belo design por Paulo Condez/NADA) foi oportunidade para vários momentos raros. As fotos não mentem, foi prazer e redenção.

E lá estou eu na companhia de várias personagens admiráveis: não longe dos arquitectos Madalena Folgado (que conheci pela primeira vez na inauguração) e Carlos Lampreia, com quem há muito partilho uma conversação sobre a (Land) arte e a arquitectura; entre Frei Rui Grácio, um novo amigo holístico, e José Manuel Anes – um velho amigo que admiro por muitas razões, entre as quais a mistura de conhecimento interdisciplinar, infinda curiosidade e sentido de humor; entre JOH – com quem partilhei a minha primeira exposição propriamente dita e com quem viria a colaborar como criador, mais do que uma vez – e Jorge das Neves Branco – colega de Belas Artes e um escultor muito especial (vítima da minha primeira ‘curadoria’); entre JER [José Eduardo Rocha], compositor e meu herói também desde os tempos de Belas Artes – e o meu querido artista e amigo Dominik Lejman; entre Levina Valentim e Agata Wiorko – a primeira a mais jovialmente literata das mentes e a segunda e mais intuitiva nomad babe [isto fica giro traduzido: miúda nómada]; perto de Pedro Teixeira da Mota e José Luís de Matos [de costas, Catarina Pombo Nabais e Fábia Fernandes], verdadeiros repositórios vivos de conhecimento e amor.

Gloriosas ressonâncias. Uma teia informal de afectos e ideias. As fotografias são de Bruno Barata, cortesia PTE.

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